A transformação digital no RH é um grande desafio para as empresas. Entenda!

A era digital mudou significativamente o cotidiano das pessoas em um curto espaço de tempo, sobretudo com o boom dos recursos digitais móveis, como smartphones e tablets. A partir desses dispositivos, você realiza compras, faz transações bancárias, conversa em grupos, estuda, dirige seu carro, ouve música e assiste a vídeos: há um sem-número de opções.

As empresas também estão adaptando seus processos internos e de negócios — tanto para acompanhar o novo perfil do consumidor quanto para se adequar à nova geração de profissionais que chega ao mercado.

Assim, a Transformação Digital no RH também é inevitável, inclusive porque boa parte da renovação de tais processos envolve uma nova cultura organizacional. Isso exige a participação efetiva do departamento de Recursos Humanos.

Para que você entenda um pouco mais sobre as mudanças, preparamos este artigo. A seguir, vamos ver como a era digital está proporcionando inovações à gestão dos processos seletivos e quais são os benefícios da otimização das etapas de seleção de profissionais. Continue conosco nas próximas linhas!

Como a Transformação Digital no RH afeta os processos seletivos?

Uma das características da Transformação Digital é a rapidez com que as informações são produzidas e compartilhadas. De acordo com a revista Forbes, no ritmo atual, são produzidos diariamente 2,5 quintilhões de bytes de dados, mas o ritmo está crescendo.

Transportando esse cenário para o mundo corporativo, por uma questão de sobrevivência de mercado e ganho de competitividade, é impossível que o RH permaneça com processos analógicos e demorados em meio a um ritmo tão acelerado da sociedade.

A nova geração de talentos, amplamente inserida na tecnologia, tem um poder de escolha superior ao de seus pais, por exemplo. Naturalmente, surgem exigências e expectativas bem mais elevadas, especialmente se o ambiente profissional tender ao conservadorismo, o que torna árduo o trabalho de engajamento com a empresa.

Dessa forma, atrair os melhores profissionais para seus processos seletivos consiste em um desafio a muitos gestores de RH. E a estratégia de captação de talentos precisa de eficácia já nos canais de divulgação da vaga, lembrando que estamos falando de uma geração hiperconectada.

Dinamismo e precisão

Com a tecnologia digital, as pilhas de papel com dados dos candidatos se transformaram em bancos digitais organizados, muito mais fáceis de gerir. Além disso, é possível acompanhar o desempenho dos concorrentes de maneira eficaz e conhecer o perfil profissional, as preferências pessoais, os comportamentos e o estilo de cada um antes mesmo da primeira fase da seleção.

Quando algum profissional se inscreve em processos seletivos via LinkedIn, por exemplo, ele pode permitir que a empresa tenha acesso a seu perfil na rede social. Prontamente, a companhia já visualiza dados que, outrora, teria de garimpar para conseguir. Ou seja: a primeira triagem dos candidatos se torna bem mais veloz.

As ferramentas digitais também diminuem os custos com os processos seletivos, já que parte das etapas pode ser realizada por meio de plataformas online, de forma automatizada. Isso otimiza as fases do processo seletivo e agiliza não apenas a comunicação com os candidatos, mas evita erros de gestão e o descontentamento de ambas as partes.

Descentralização de etapas

Ao assumir a Transformação Digital no RH, uma consequência natural é a descentralização das etapas do processo seletivo.

Já faz um bom tempo que as fases de testes de conhecimento e psicológicos são realizadas digitalmente. Mas, como o deslocamento para etapas presenciais configura-se um problema corriqueiro para muitas empresas e candidatos, elas também estão acontecendo a distância.

Os gestores de RH consideram esse fato bastante positivo, pois nem sempre os talentos estão geograficamente próximos. Com tamanha competitividade entre as organizações para conseguir os melhores profissionais, correr o risco de perder um especialista para outra empresa por conta de encontros presenciais desnecessários é uma falha grave.

Maior integração entre os gestores

Como os recursos digitais permitem a visualização permanente, tanto das informações dos candidatos quanto de sua própria performance ― no caso da gravação de um vídeo, por exemplo ―, a comunicação entre os gestores e a equipe de seleção ganha homogeneidade.

Em uma entrevista, se antes a troca de informações dependia da interpretação individual de cada recrutador, hoje é possível discutir em conjunto o desempenho do candidato por meio do material online.

Além disso, a tecnologia digital dá flexibilidade ao processo seletivo e melhora seu monitoramento. A partir das informações, as lideranças conseguem estabelecer métricas que permitem corrigir falhas e modificar ou ampliar etapas, a fim de conseguir os resultados desejados de acordo com uma visão que mais beneficie a empresa.

Quais facilidades a tecnologia trouxe às etapas de seleção?

Os recursos digitais estão ampliando e diversificando a condução das etapas dos processos seletivos. Para que você entenda, na prática, como ferramentas e sistemas podem ser utilizados no recrutamento, separamos alguns deles a seguir. Confira!

Entrevistas por vídeo

Os softwares de entrevista por vídeo têm contribuído para a agilidade dos processos seletivos na Transformação Digital. Por meio deles, os candidatos gravam seus vídeos segundo a proposta dos recrutadores e postam em uma plataforma digital.

O audiovisual substitui a triagem por telefone e evita encontros presenciais excessivos. Além disso, como o material fica disponível online, é possível assisti-lo quantas vezes for preciso até que se chegue a uma conclusão sobre o candidato.

Softwares de análise comportamental

Essas ferramentas são grandes aliadas para o recrutador decodificar os comportamentos dos candidatos, a fim de encontrar os perfis desejados. Com tecnologias baseadas em estudos científicos de importantes centros de pesquisa, elas fornecem laudos sobre os concorrentes quanto a diversos aspectos de interesse para o cargo, tais como:

  • estilo de liderança;
  • perfil para a função a ser exercida;
  • melhor área de atuação;
  • identificação vocacional;
  • características de personalidade.

Plataformas para testes de conhecimento

Esse recurso é muito utilizado nas primeiras etapas dos processos seletivos, quando é necessário fazer uma ampla triagem de candidatos. As avaliações contemplam tanto conhecimentos gerais quanto específicos, mas também se estendem a testes psicológicos, entre outros.

Uma das principais vantagens é a automação. Os recrutadores podem estabelecer métricas, como nota de corte ou perfil de candidato, e o programa se encarrega de disparar as notificações de aprovação ou reprovação para os participantes.

Como os testes fornecem dados, o RH pode gerar relatórios sobre o perfil dos participantes e o nível de desempenho, a fim de tomar decisões que incrementem as etapas de seleção.

Cloud computing

Traduzido para o português como “armazenamento em nuvem”, esse é um recurso cada vez mais utilizado no mundo corporativo. Nele, todos os dados de interesse da empresa são armazenados em servidores online.

Alguns dos mais comuns são: Google Drive, Dropbox e One Drive. No entanto, é possível contratar empresas de TI específicas, que vão desenvolver produtos personalizados para as necessidades da companhia.

Com essa tecnologia, os dados são organizados de maneira eficaz e o risco de perda é praticamente nulo, já que é possível realizar backups automáticos. Além disso, todos os interessados podem acessar tais informações independentemente de localização geográfica, inclusive por meio dos dispositivos móveis.

Como você pôde perceber, o setor de Recursos Humanos está empenhado em promover mudanças coerentes, que acompanhem a dinâmica do mercado atual e sejam pautadas na tecnologia. Somente por meio da Transformação Digital no RH, a empresa conseguirá desenvolver processos seletivos eficazes, que angariem os melhores talentos.

Ignorar o poder da tecnologia é correr o risco de ser subtraído por ela. Portanto, aderir às tendências passou a ser questão de sobrevivência do negócio.

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